Perguntas frequentes
Por onde devo começar se a casa inteira está desarrumada?
Comece pela zona que mais o incomoda no dia a dia, desde que seja pequena, como a bancada da cozinha ou a entrada. Um espaço que usa todos os dias dá uma recompensa imediata. Deixe as fotografias, as cartas e as recordações para o fim, porque são as decisões mais emocionais.
O que faço com as coisas que decido tirar?
Separe-as logo em doação, venda, reciclagem e lixo, e tire-as de casa o mais depressa possível. Roupa em bom estado pode ir para contentores de recolha ou instituições da sua zona; eletrónica e pilhas têm pontos de recolha próprios. Informe-se junto da sua junta de freguesia ou câmara municipal sobre os circuitos disponíveis.
Como mantenho a casa arrumada com crianças?
Dê-lhes lugares baixos e fáceis: cestos abertos em vez de caixas com tampa, ganchos à altura delas, uma imagem em vez de uma etiqueta escrita. Faça rotações de brinquedos, guardando uma parte e trocando de tempos a tempos. E aceite que um quarto de criança arrumado ao fim do dia é mais realista do que um quarto arrumado o dia todo.
Preciso mesmo de me desfazer de muitas coisas?
Não há uma quantidade certa. O objetivo não é ter pouco, é ter aquilo que usa ou de que gosta, num espaço onde consiga encontrá-lo. Se tudo tiver lugar e a casa for fácil de manter, não é preciso tirar mais nada.
E se viver numa casa muito pequena?
Aproveite a altura: prateleiras até ao teto, ganchos nas portas, arrumação debaixo da cama. Prefira móveis que fazem duas coisas, como um banco com arca ou uma cama com gavetas. E seja mais exigente com o que entra, porque numa casa pequena cada objeto novo pede que outro saia.
Com que frequência devo fazer uma arrumação a fundo?
Com uma rotina semanal leve, uma revisão mais profunda duas vezes por ano costuma chegar, aproveitando a troca de roupa de estação. Nessa altura revê o roupeiro, a despensa, os papéis e a casa de banho. O resto do ano, a manutenção diária e semanal faz quase todo o trabalho.